Resenha do livro A Única Coisa

Ultimamente ando lendo muito sobre produtividade e desenvolvimento pessoal. É uma categoria de leitura que eu não costumava ter no meu eReader, mas como a gente tem que aprender a se abrir para o novo (isso também estimula a criatividade), resolvi ler sobre o assunto e estou gostando muito.

Um livro que acabei de ler foi A Única Coisa de Jay Papasan e Gary Keller. Como você pode imaginar, o livro fala, especialmente, sobre ter foco em uma única coisa nas nossas vidas e que só assim poderemos alcançar a excelência. Por exemplo, o Steve Jobs só conseguiu ser quem ele é porque focou em um único propósito e em tudo o que fazia perseguia essa propósito.

O mesmo podemos dizer de várias outras pessoas consideradas bem sucedidas como Walt Disney, Bill Gates, Mark Zuckerberg, entre outros nomes que vemos por aí. A característica em comum de todos eles: focaram sempre em uma única coisa.

O livro consegue nos passar uma visão clara dos malefícios de se envolver em vários projetos de uma única vez e os benefícios de ter o foco em um único propósito.

Entenda, o fato de eu trabalhar como redatora e ter meu canal no YouTube e o blog, não significa que estou focando em mais de uma coisa ao mesmo tempo. Isso é apenas mais do mesmo, ou seja, o assunto é um só, ou seja, estou focando em uma única coisa e assim é bem melhor.

Na época que estudava para concurso e trabalhava como redatora era bastante complicado, especialmente do ponto de vista emocional. A sensação que eu tinha é que estava sempre com os minutos contados e, por causa disso, não tinha mais prazer em fazer exercícios (algo que sempre gostei) e também em outras coisas do meu dia a dia.

Portanto, focar em uma única coisa me deu um alívio imediato, é como um peso que foi retirado dos meus ombros. É uma escolha que não oferece tanta estabilidade quanto os concursos públicos, mas consegue oferecer vários outros benefícios como a possibilidade de crescimento profissional.

Pois é isso minha gente, quem tiver a oportunidade de parar para ler o livro A Única Coisa eu recomendo. Vale a pena e é uma excelente reflexão!

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3 comentários em “Resenha do livro A Única Coisa

  1. Lí “A Arte de Ligar o Foda-se” e “A Única Coisa”. Ambos falam sobre assumir a responsabilidade sobre a própria vida, mas um parece contradizer o outro. Porque o que deve predominar é a escolha maior: ser feliz consigo mesmo. Por isso, contesto o autor do 2o livro: ter um só objetivo ao longo da vida é incompatível com nossa realidade. O livro cita exemplos mas, na realidade, são exceções, talentos que se manifestaram desde cedo. Bill Gates já falou sobre isto e Steve Jobs também, ao afirmar, já doente, que se pudesse viveria de forma diferente, mais espontanea, mais simples e bem próxima à família.
    O ser humano sofre mudanças físicas e psicológicas mais ou menos de 7 em 7 anos. São grandes ciclos vitais e em cada um há questionamentos, decisões, transformações. Mas o fundamento principal, o guia maior, deve ser a resposta à pergunta: vou me sentir mais feliz e satisfeito? Poderei ajudar outros?

    Curtido por 1 pessoa

    1. Amei essa sua reflexão Ivana. Também li os dois livros e não consegui ver dessa forma. Adoro esse tipo de discussão. Realmente, acho que seguir uma única coisa a vida toda não é compatível com o ser humano, já que em momentos diferentes da vida, temos prioridades diferentes. Mas é aquela coisa, Bill Gates e Steve Jobs poderiam ter mudado o rumo de suas vidas, poderiam ter simplesmente abdicado daquela prioridade do início da vida e ter ido atrás de outras. E é aí que entra a sua pergunta muito bem colocada: “vou me sentir mais feliz e satisfeito? poderei ajudar outros?”.

      Acredito que deve ter faltado um pouco de coragem para jogar um império para o alto e viver com mais satisfação. Vai saber o que se passa na cabeça de cada um não é mesmo?

      Resumindo, concordo bastante com você 🙂

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      1. Daí a importância de viajar, além de ler muito. Principalmente por lugares onde a Natureza se mostra em toda sua força vital. A perspectiva pessoal muda com a percepção intensa de que as lutas e disputas diárias em busca de dinheiro e poder são objetivos de vida muito pequenos.
        Há que cuidar sim, da sobrevivência e bem estar pessoal e da família, mas a vida não é só isto.
        Ao caminhar por um deserto, observar a natureza do alto de uma montanha ou de uma da geleira, a sensação é de profunda paz. Porque é fácil constatar que o Tempo se desdobra continuamente na transformação do planeta e seus seres.
        Sentimos um estranho distanciamento da escala de Tempo, das urgências da vida cotidiana. É hora de reavaliá-las. De se conscientizar e não mais permitir que o ego predomine nas escolhas pessoais.

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